O mapa e o território, autorretrato de Michel Houellebecq

Romance total, balanço do estado do mundo e autorretrato, labirinto metafísico de surpreendente maestria: com “O mapa e o território”, Michel Houellebecq assina um grande livro. Admitindo que uma das numerosas leituras deste texto, de densidade e riqueza impressionantes, seja a de uma visão de mundo rompida pela manufaturização de tudo, por levar à morte a autenticidade (o território ou o rincão) para melhor imitá-la, caricaturizando-a segundo a norma mundializada; rompida também pela ascensão do Rei-dinheiro, que tudo mata por onde passa, até mesmo os escritores, então o livro é também a prova de que Michel Houellebecq se recusa a manufaturar-se. Leia todo o comentário de Nelly Kaprièlan sobre o livro em Les inrockuptibles. Nas livrarias francesas a partir de 8 de setembro. Siga a revista pelo twitter @lesinrocks.

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