A difícil reconstrução do ensino no Haiti, de Camila Souza Ramos

Se o acesso à educação na maior parte dos países não é para todos, no Haiti ele é quase um golpe de sorte. Em um país onde 70% da população sobrevive com menos de um dólar por dia e mais de 80% das escolas são particulares, o resultado é quase metade das crianças entre cinco e 14 anos, ou 500 mil, fora da escola. Após o terremoto ocorrido no início do ano, que matou pelo menos 200 mil haitianos, deixou um milhão de desabrigados e destruiu 90% da estrutura escolar do país, a reconstrução da estrutura educacional – assim como a reconstrução de todos os sistemas básicos para a sobrevivência – tem se dado a passos lentos e não tem apontado para o acesso universal. Pelo contrário, todas as 100 escolas que o governo haitiano anunciou que irá reconstruir após a tragédia, são de ensino particular e estão localizadas na capital Porto-Príncipe. Leia o texto de Camila Ramos e a entrevista a ela concedida por Vernor Muñoz, publicados na Revista Forum .

Enviado por Aline Tavela (ECA-USP)

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